Fatores de risco para disfunção erétil (II)

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Para continuar com os fatores de risco para problemas de ereção, outro deles é a deficiência de testosterona, que aumenta com a idade e é acompanhada por uma diminuição do desejo sexual e do número de ereções noturnas, embora nem todos os pacientes com deficiência de testosterona manifestem problemas de ereção.

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Tratamento com testosterona intramuscular ou transdérmica aplicada diariamente em pacientes com esse déficit Pode levar a um aumento no desejo sexual, potência sexual, da rigidez noturna do pênis e da sensação de bem-estar; também poderia melhorar a resposta aos medicamentos para a ereção. Os pacientes tratados com testosterona devem ser submetidos a verificações periódicas dos valores sanguíneos, exame retal digital e marcadores da próstata.

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Outras causas como antidepressivos tricíclicos ou medicamentos digestivos, como a metoclopramidaque são usados ​​para prevenir vômitos ou náuseas, podem alterar a produção de um hormônio chamado prolactina que suprime a produção de hormônios sexuais. Nestes casos, retirar o medicamento, sempre que possível, pode melhorar a função sexual.

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Doença hepática e insuficiência renal crônica podem estar associadas à diminuição do desejo sexual e das características sexuais secundárias, já que a secreção de testosterona não é produzida corretamente.

Em resumo, a disfunção erétil está ligada ao envelhecimento, pois seus principais fatores de risco (pressão alta, diabetes, ganho de peso e falta de atividade física) Eles aparecem com a idade. Não hesite em ir a um urologista para estudo se tiver problemas de ereção.

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